- Olha, Cláudia, até o final do dia a chuva para, e o tempo também.
(como é que é, Luiza?)
Mãe para filho, no ônibus:
Vem cá guri! Vô ti dá em ti! Cala essa tua boca! Vô ti dá é um soco nessa tua cara!
(É por essas e outras que sou a favor do controle de natalidade. Mas não para proteger essa criança da violência verbal, e sim para que essa vaca não tivesse nascido)
De uma ex-chefe minha:
Ele era enorme, era muito gordo, mal passava na porta. Como é que eu ia contratar?
mais do formspringme, site para perguntas anônimas :
Name a song that has really touched you.
My way
What would you like to ask someone and never had the courage to?
What do you really think of the size of my penis?
Muitas pessoas o acusam de usar o seu blogue apenas para exaltar seu infinito egocentrismo, e que a maioria dos posts estão apenas a serviço de seu narcisismo exacerbado. O que tem a dizer sobre isso?
Como assim? Me enchem de elogios e ainda chama isso de acusação?
What are you thankful for in your life?
I am thankful for the ones who taught me everything I had to know about Life: Mom, Dad and Playboy magazine.
Do you believe in life after: - death? - marriage? - drinking?
The question is: Is there death in the life after death?
10:42am Acabei de descobrir que alguém entrou no meu apartamento noite passada enquanto eu dormia. Mas não levaram nada. Como assim, senhor(a) invasor(a)? Então quer dizer que eu não tenho nada digno de ser roubado? Quer acabar com a minha já combalida autoestima?
Ok, você parou de comer carne. Por alguma razão obscura achou melhor não por mais bichos no seu prato, tudo bem. Imediatamente as pessoas começam a te chamar de Natureba, como se fosse sinônimo de vegetariano. Como se todo vegetariano tivesse obrigação moral de se preocupar com a saúde, usar roupas neo-hippies e acender incensos.Como se qualquer um que não come carne tivesse que ter paciência de escutar alguém tocando Gilberto Gil e Bob Marley no violão na beira da praia abraçado numa árvore, em plena conexão com a natureza. As pessoas não entendem que você virou vegetariano, mas nem por isso deixou alguns dos velhos hábitos.
Alguns de nós fumam (que absurdo, o verdadeiro vegetariano não fuma!), outros bebem (que horror, quer se destruir!), comem açúcar branco (que crime hediondo!) e outros ainda utilizam a famigerada Gordura Vegetal Hidrogenada (Meu deus! isso deve ser punido com seis meses de cadeira elétrica!!!)
Então,
-quando alguém te indicar um novo cereal orgânico que supre tuas necessidades protéicas ou
-te der um endereço de uma nova lojinha de produtos naturais que é “bárbara” ou
-escutar pela milésima vez a frase: “ainda mais você, que é todo(a) natureba”,
Morreu há pouco J.D. Salinger, autor de um dos livros mais superestimados de todos os tempos (perde para a Bíblia), O apanhador no campo de centeio (The catcher in the rye).
O livro marcou uma geração e blablabla, mas é ruim que dói. Ficar hoje, em pleno século 21, glorificando o tal livro é como tentar masturbar uma banana.
Abri um espaço na agenda e concedi esta entrevista coletiva exclusiva ao site www.whohub.com.
Como você começou a escrever? Quem lia para você ao principio? Sou autodidata. Logo cedo aprendi a ler e escrever sozinho. Aos 18, descobri que tinha aprendido a ler os livros de cabeça pra baixo, lendo as palavras da esquerda para a direita e tive que ingressar no EJA.
Qual é seu gênero favorito? Algum link onde possamos ver ou ler algo sobre sua obra recente? Já experimentei vários, mas hoje posso dizer que meu gênero favorito definitivamente é o feminino.
Só Mais Um Blog: bemfacildelembrar.blogspot.com No Escuro: leionoescuro.blogspot.com
Como é seu processo criativo? O que ocorre antes de se sentar a escrever? Para que eu escreva algo que preste, é preciso uma conjuminação de elementos. Por exemplo: um eclipse solar total, o nascimento de gêmeos albinos em uma tribo caingangue e muito, muito vinho em casa.
Que tipo de leitura ativa sua vontade de escrever? Bulas de remédio e catálogos de lingerie da Avon.
Quais são para você os ingredientes básicos de uma historia? Sexo, violência e muito amor.
Em que sapatos você se encontra mais cômodo: primeira pessoa ou terceira pessoa? Prefiro sapato 41.
Que escritores conhecidos são os que você mais admira? Charles Bukowski, Rubem Fonseca, Italo Calvino, Douglas Adams, Haruki Murakami, Machado de Assis, Erico Verissimo, Franz Kafka, Tchekov, Guy de Maupassant, Umberto Eco, Kurt Vonnegut, Sahid Amin Hellad e muitos outros.
O que torna um personagem crível? Como você cria os seus? Não são os personagens que são críveis, os leitores é que são bobos.
Você é igualmente hábil contando historias oralmente? Só escrevo pois sou totalmente inábil com a oralidade.
Profundamente em sua motivação, para quem você escreve? Quando garoto, comecei a tocar guitarra numa banda para conquistar as meninas. Depois comecei a escrever para conquistar as meninas. Nunca deu certo e só fui descobrir muito mais tarde que, para conquistar as meninas, era preciso saber ganhar dinheiro também.
Escreve como terapia pessoal? Os conflitos internos são uma força criadora? Se meus conflitos internos realmente fossem uma força criadora, já teria escrito uma “Odisséia”, um “Dom Quixote” e um “Ulisses”.
O feedback dos leitores serve pra você? Eu tenho uma relação muito próxima com meus críticos. O último que me criticou, por exemplo, está enterrado lá no porão de casa.
Você se apresenta para concursos? Você recebeu prêmios? Eu costumava fazer isso, mas depois que fui desclassificado no IV Concurso Citadino de Imitações do Sylvester Stallone, a decepção foi tão grande que nunca mais participei.
Você compartilha os rascunhos de suas escrituras com alguém de confiança para ter sua opinião? Compartilhava os textos com meu alter ego, mas parei depois que o canalha começou a me plagiar.
Você acredita ter encontrado "sua voz" ou isso é algo eternamente buscado? Eu ouço vozes várias vezes ao dia. Minha psiquiatra já mandou aumentar a dosagem da medicação.
Que disciplina você se impõe para horários, metas, etc.? Tenho uma disciplina espartana e respeito muito os horários. Eu acordo cedo, pouco antes das duas da tarde, e fico esperando a inspiração baixar em mim. Normalmente só baixam a ressaca, a dor de cabeça, a fome, o cansaço e, finalmente, o sono, então volto a dormir. Mas tenho muita fé em mim e nunca perco a esperança.
De que você se rodeia em seu escritório para favorecer sua concentração? Latas vazias de cerveja, cotocos de cigarro, garrafas de vinho tinto, e, claro, Judite, minha ratazana de estimação e musa inspiradora.
Você escreve na tela, imprime com freqüência, corrige em papel...? Como é seu processo? Eu faço os rascunhos no computador, depois passo a limpo a caneta no caderno, e, finalmente, faço a versão final a lápis, em guardanapos de bar.
Que sites você freqüenta online para compartilhar experiências ou informação? www.whohub.com orkut bemfacildelembrar.blogspot.com www.sóamadoras.com
Como foi sua experiência com editoras? Já trabalhei em uma editora como revisor, a Intermédio. Durante minha meteórica passagem por lá, reduzi os erros ortográficos e gramaticais em 87%. Fui mandado embora depois que deixei passar uma foto do Papai Noel na capa de uma revista em pleno mês de abril.
Em que projeto você está trabalhando agora? Estou trabalhando em um miniconto que vai entrar para o Livro Guinness dos Recordes como o mais longo mini conto do Mundo. Estou na terceira página.
O que você me recomenda fazer com todos esses textos que venho escrevendo há anos mas nunca os mostrei a ninguém? Se nunca mostrou é porque devem ser ruins mesmo, hein?
Parece que o Voltaire Schilling anda fazendo escola mesmo.
Uma mulher de Nova York (ainda não identificada) caiu sobre uma tela de Picasso, abrindo um buraco de 15 centímetros. A pintura, que tem quase dois metros de altura, chama-se O Ator, e estava avaliada em 130 milhões de dólares. O museu Metropolitan não forneceu detalhes sobre as cirscunstâncias do incidente. O motivo pelo qual este quadro vale tanto também permance um mistério.
Fico chateado quando as pessoas não concordam comigo.
Por exemplo, agora.
Uma das melhores piadas, se não a melhor piada de todos os tempos, the best joke ever, vi numa tirinha do Dilbert, escrita pelo Scott Adams. Pra falar a verdade, é a única piada que eu gostaria de ter criado.
É assim: o cara inventou uma máquina do tempo e está explicando como funciona: O sujeito entra nela e é transportado para 1 hora no futuro. A máquina leva cerca de 60 minutos nesse processo. Fim.
Viu?, eu falei que você não ia concordar comigo! Deve ter gente até agora se perguntando onde está a maldita piada.
Dicionários Webster foram banidos de escolasda Califórnia por conterem a definição de "sexo oral". Uma reclamação de um pai foi suficiente para a censura, que, se seguir assim, deve culminar em fogueira, provavelmente. O dicionário simplesmente definia "sexo oral" como "estimulação oral dos genitais", mas foi considerado pesado demais.
Depois dessa descoberta, autoridades já disseram que vão procurar por outras palavras dessa natureza no dicionário.
O novo brinquedinho para quem gosta de bobagens legais da internet, tipo twitter e etc. é o Formspring.me.
Nada mais é do que um questionário feito pelo povo para alguém específico do povo. Digamos que é uma entrevista coletiva sem hora para acabar. As perguntas podem ser feitas anonimamente ou não (embora eu ache que perguntadores anônimos permitem respostas mais sinceras).
Vejo no jornal a foto de um concurso de beleza com as respectivas concorrentes e premiadas. Parecem ser todas interioranas com ascendência alemã. Vejo a vencedora e não acredito: é muito feia, com o nariz muito grande e torto para baixo. Penso “que espécie de concurso premia alguém assim?” Vejo as outras: são todas parecidíssimas, com o mesmo nariz horroroso. Noto que uma delas até tem alguma graça, e tem o nariz bem menor do que o das outras. Penso que pelo menos ela poderia ser a vencedora. Vejo na legenda da foto a informação de que a vencedora gastou o dinheiro do prêmio com uma plástica no nariz.
Quando entrei para aquela renomada Faculdade de Letras, vislumbrei o enriquecimento cultural, o aprimoramento dos conhecimentos linguísticos, a inserção na vida literária da cidade, a capacitação para o trabalho, etc.
Mas logo me dei conta que aquilo lá estava mais para uma clínica de reabilitação para pessoas com vícios de linguagem.
Liguei para o meu celular roubado. Atendeu uma mulher.
Ladra: Alô? Eu: Oi, tudo bem?! Ladra: Quem é que tá falando? Eu: Eu é que pergunto quem é que está falando. Ladra: Tu liga pra mim pra perguntar quem é que tá falando? Eu: Exatamente. Ladra: ..... E desligou.
Pra evitar esse tipo de transtorno futuramente, pretendo adquirir um modelo desses:
Pois é, fiquei sem celular por mais de um mês, porque me roubaram no ônibus. Fiquei incomunicável (pelo menos na rua) durante um bom tempo, o que não foi de todo ruim, mas já estava muito excluído da vidinha social. Aí, faz três dias, um amigo me conseguiu um novo aparelho, o qual já estava bem feliz usando, até que....me roubaram de novo. O primeiro celular haviam me roubado no ônibus, quando voltava de um almoço na casa dos meus pais. Este segundo, quando estava indo almoçar na casa dos meus pais. É óbvio que o mais prudente, a partir de hoje, é nunca mais almoçar na casa dos meus pais. Daí você diz: Mas peraí, talvez você tenha, inconscientemente, facilitado o trabalho do ladrão. Talvez, no fundo, queira mesmo ficar mais isolado, fora do alcance das pessoas nesse momento. De repente até tenha jogado o celular numa lata de lixo na rua e nem percebeu. Melhor investigar isso com a sua terapeuta.
E aí eu respondo: Rechaço totalmente essa teoria, prefirindo ser bem mais otimista: pra mim não é nada que mereça uma reflexão psicanalítica, o fato é que o ser humano é essencialmente ruim mesmo.
Pesquisa feita pela marca de cosméticos St Ives, publicada pelo jornal britânico Telegraph:O estudo entrevistou 2 mil homens e descobriu que a maioria não gosta de cílios postiços, batom brilhante e rímel carregado.
Eu não me surpreendi. Também detesto maquiagem exagerada. Eu uso no máximo um esmaltezinho incolor e olhe lá.
É um fato que nos meses de janeiro e fevereiro a audiência internética cai cerca de 58, 3%. Aqui no blog a coisa é pior ainda: como o público é composto majoritariamente por gente de posses, nas férias 92, 3% dos leitores abandonam o SMUB e se dirigem à Europa, aos Estados Unidos ou a Punta del Este, só retornando depois do Carnaval. Por isso é que vou testar alguns novos recursos para garantir audiência. O primeiro deles me parece infalível: no canto superior direito, durante esta semana, você verá fotos mimosas de filhotes de bichinhos fofinhos. Não há quem resista sem dizer um óóóoooouuhmmmm...
Mas aí você pergunta: Se a audiência é tão importante assim, por que não trata de melhorar o blogue? E eu respondo: Como assim melhorar? Você diz: Ora, não é tão difícil. Pra começar, podia mudar este leiaute antiquado, quase primitivo, colocando algo de mais classe e contemporâneo, para dar mais credibilidade. Há blogues de crianças de quinta série que tem o visual mais elaborado. Depois, quanto ao conteúdo, poderia postar coisas realmente úteis, notícias interessantes, ou mesmo textos mais reflexivos e profundos; algo que trouxesse novidade para a vida das pessoas. Humor de vez em quando também não faz mal a ninguém. E eu: hjmm...certo..., estou anotando... continue... Você continua: Na verdade, poderia trabalhar para que o blogue tivesse uma identidade, uma cara, para que os leitores soubessem o que encontrar quando entrassem aqui. Lembra como você se atrapalhou pra responder quando um leitor entrou perguntando: "mas esse blog é sobre o quê, afinal?" Eu: Mas os blogues de grande audiência só têm autoajuda, bichinhos fofinhos, fofocas de celebridades, piadas velhas requentadas, mensagens de amizade, vídeos virais da semana, essas coisas bobas... Você diz: Puro preconceito da sua parte! Há milhares de blogues com conteúdo desse tipo que continuam praticamente sem leitores. E há ótimos blogues que não se valem desses recursos apelativos. Você não precisa nivelar seu público por baixo. Eu: ...hmmm... certo... "não nivelar por baixo"... Você: Não precisa anotar tudo isso, não são diretrizes, apenas algumas sugestões. Eu: Ok, vou fazer assim, então, se os bichinhos fofuxos não funcionarem, eu mudo de estratégia, e talvez acate suas sugestões. Falando nisso, já viu essa foto do filhotinho de coelho hoje? Você: óóóoouhmmmmmmmm.....
Continuo enfrentando problemas com a Reforma Ortográfica.
Outro dia vi um livro do[superestimado] Dalton Trevisan chamado Pico na Veia. Como o acento em ditongos abertos em palavras paroxítonas caiu com a Reforma, juro que acabei lendo "Pico na Véia".
Recebo o regulamento de um famoso concurso literário de minicontos e haicais.
São aceitos minicontos de até DUAS PÁGINAS. Para serem coerentes, acho que também poderiam aceitar haicais em forma de sonetos com versos alexandrinos, né?
Todos conhecem o professor Jucelino da Luz, que tem um grande índice acertos na suas previsões. Ainda assim, seu índice não passa de 42,5%, por isso contratamos o insuperável guru indiano Shenkapur Ravrishananda para fazer as previsões de 2010. Anote e confira. Ei-las aqui:
- Em janeiro e fevereiro, milhares de brasileiros se deslocarão para o litoral.
- A produção de fosfato no Senegal sofrerá um decréscimo de 3,4%
- O baixista de uma banda islandesa irá se envolver em um acidente automobilístico
- O papa Chico Bento XVI sofrerá um ataque de flatulência durante a Missa do galo
- Haverá engarrafamentos monstro em São Paulo no dia 12 de novembro.
- Dilma Roussef desaba nas pesquisas, mas ganhará muito dinheiro como garota-propaganda de um fabricante de perucas
- Haverá greve de professores no Rio Grande do Sul
- Um comediante cearense fará um implante capilar com conseqüências estéticas desastrosas
- Um ator americano ganhará o Oscar de melhor ator
- Um desentendimento na saída de um bailão em Cachoeirinha-RS terminará na morte de um servente de obras de nome José.
- Deborah Secco encontrará seu grande amor. Cinco vezes.
- Um político brasileiro sofrerá processo de cassação
- A dona Maria Josefa Santana escorregará numa casca de banana às 8h30 do dia 22 de abril na Avenida Paulista, causando, numa série de acontecimentos em efeito dominó, a venda de um pacote de balas de goma na Rua Augusta.
- Um soldado americano será morto no oriente médio
- Um tremor de 4.5 na escala Richter será sentido em Tuvalu, na Polinésia
- A passagem de ônibus em Porto Alegre sofrerá um reajuste entre fevereiro e março
- Alguém vai me dar o troco errado no dia 25 de agosto
- Um populista será eleito presidente na América Latina
- Em junho, na África do Sul,a Eslovênia não se classificará para a próxima fase na Copa do Mundo
- Em outubro ou antes primeiro-ministro da Suazilândia passará por uma cirurgia para a retirada de um cisto na axila esquerda
- Um cantor desconhecido vai morrer
- O Só Mais Um Blog enfrentará uma crise de qualidade sem precedentes
Cruzo uma lúgubre praça aqui perto de casa. O único som que distingo, bem ao longe, é o do farfalhar das árvores e de Jesus bleibet meine Freude, de Johann Sebastian Bach, numa jovial versão para cavaquinho. A praça está quase deserta, há apenas alguns moradores de rua e os usuais habitantes que a noite traz. Em meio às sombras, avisto um casal. A moça me olha, abre um sorriso simpático e pergunta: - Você aceita um cheeseburger? - Obrigado, sou vegetariano. Mas logo vejo que ela não trazia nenhum alimento. E chego à conclusão de que é uma nova gíria para drogas. Como estou longe do mundo das drogas desde os meus 13 anos, fiquei curioso: Afinal qual é a droga de hoje que atenderia pelo nome de cheeseburger?!
Na primeira dácada dos anos 2000, aconteceram muitas tragédias que ainda serão lembradas por muitos anos, como o ataque às Torres Gêmeas em 2001, o tsunami na Ásia em 2004, o acidente aéreo em Congonhas em 2007.
Mas há outra coisa pela qual essa década ainda será lembrada com vergonha por muitas gerações, que deixará uma nódoa de horror sobre nossas cabeças. Algo que simplesmente não saberemos explicar aos nossos netos, é algo que talvez mostre bem o espírito de nossa época, em que os valores estão tão deturpados que não sabemos mais a diferença entre o certo e o errado. Daqui a 50 anos intelectuais escreverão livros sobre esse fenômeno, haverá um museu dedicado a isso, similar ao Museu do Holocausto, para que os jovens não se esqueçam e jamais repitam essa tragédia. E a pergunta que não calará será: Como isso foi possível? Estou falando, obviamente das calças sarouel.